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3 de Abril de 2025
Entrevistas

Entrevista com Oruam : polêmica e muito mais!

Mauro Davido Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, é um fenômeno da música que vem despertando atenção por sua trajetória singular e pelas polêmicas que o cercam. Filho de uma figura controversa, ele transita entre o luxo e as raízes da comunidade, revelando em seu depoimento as dificuldades, desafios e reflexões que moldaram sua carreira. Nesta […]

  • abril 1, 2025
  • 15 min read
Entrevista com Oruam : polêmica e muito mais!

Mauro Davido Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, é um fenômeno da música que vem despertando atenção por sua trajetória singular e pelas polêmicas que o cercam. Filho de uma figura controversa, ele transita entre o luxo e as raízes da comunidade, revelando em seu depoimento as dificuldades, desafios e reflexões que moldaram sua carreira. Nesta entrevista com Oruam abre seu coração, respondendo com sinceridade sobre temas que vão desde a superação do preconceito até a importância da música como ferramenta de transformação.


Conquistas e Mudanças de Vida:

“Hoje eu moro numa casa que vale perto de 30 milhões de reais…”

Oruam:
“Hoje eu moro numa casa que vale perto de 30 milhões de reais. Pra mim, isso é a prova de que, mesmo vindo de uma realidade difícil, é possível mudar de vida. Essa conquista mostra que, apesar das adversidades, a persistência e o trabalho podem transformar completamente o destino de alguém. Mas não posso esquecer de onde eu vim – as raízes estão sempre presentes, mesmo quando a vida parece ter dado uma guinada completa.”

Neste depoimento, Oruam destaca que, apesar das conquistas materiais, ele mantém uma conexão inabalável com suas origens. A casa de alto valor representa, para ele, o resultado de uma trajetória de superação e dedicação, sem nunca perder o vínculo com a realidade que o formou.


Desafios da Filiação:

“Ser filho do Marcinho VP traz perseguição, preconceito…”

Oruam:
“Ser filho do Marcinho VP traz perseguição, preconceito… Um jovem rodeado de luxo que não esquece das raízes. É um fardo que carrego diariamente. As pessoas sempre querem me colocar em caixas, julgar pelo nome e pelo passado do meu pai. Mas, ao mesmo tempo, esse histórico me ensinou a superar expectativas e a lutar por respeito. Tudo que eu conquistei, fiz com a minha música.”

Aqui nessa entrevista com Oruam reflete sobre o peso que é ter um pai envolvido em polêmicas. Mesmo com os benefícios que o sucesso trouxe, ele reconhece que o preconceito e o julgamento alheio são desafios constantes que o acompanham por conta da herança familiar, mas reforça que suas conquistas são fruto do seu próprio talento e esforço.


Controvérsias e a Realidade da Apologia ao Crime:

“Eu não faço apologia ao crime, eu apenas expresso o que vejo e o que vivi.”

Oruam:
“Eu não gosto da mídia que fica falando ‘filhos de traficantes’. Não é uma mentira, mas isso traz preconceito. O que eu faço é contar a realidade. Não faço apologia ao crime, não incentivo ninguém a cometer delitos. Tudo que eu faço é fruto do meu trabalho e da minha trajetória. Tudo o que eu conquistei é com a minha música, sem nenhuma ‘ajudinha’ externa. Eu nem sequer tive outra escolha: a música foi o caminho que escolhi para transformar a minha vida.”

Com essa resposta, o artista se posiciona de forma clara contra as acusações de apologia ao crime. Ele enfatiza que sua arte é o reflexo das experiências vividas e que não há incentivo a comportamentos ilícitos; trata-se, sim, de uma narrativa crua e honesta que busca expor realidades muitas vezes ignoradas pela sociedade.

Oruam


Dualidade da Realidade:

“Eu cresci no Morro do Alemão e, ao mesmo tempo, hoje moro num condomínio de luxo…”

Oruam:
“Eu cresci no Morro do Alemão e, ao mesmo tempo, hoje moro num condomínio de luxo na Barra da Tijuca. Essa dualidade é complexa: de um lado, a realidade crua da favela com todas as dificuldades e, do outro, a ostentação que o sucesso me proporcionou. Não me esqueço de onde vim. Em cada rua, em cada viela, há histórias e lutas que me moldaram. E é justamente essa mistura que me torna quem eu sou. Vivo essa contradição diariamente – o brilho do luxo não apaga a sombra das dificuldades vividas lá atrás.”

Nesta parte da entrevista com Oruam, o artista descreve o conflito interno e a complexidade de viver duas realidades tão distintas. Mesmo desfrutando de um estilo de vida privilegiado, ele nunca se desliga das lembranças e dos desafios vividos nas comunidades que o formaram.


Confrontos com a Polícia e Episódios Polêmicos:

“Já fui abordado, até preso, em situações que envolviam manobras arriscadas.”

Oruam:
“Eu já tive problemas com a polícia, sim. Já fui abordado, até preso, em situações que envolviam manobras arriscadas. Por exemplo, em Portugal, após um show, fui abordado por policiais num shopping. E aqui no Brasil, já tive episódios onde a minha atitude, como fazer um ‘cavalo de pau’ bem na frente de uma viatura, chamou muita atenção. Mas eu faço o que faço para criar conteúdo, para mostrar a minha realidade. Nem sempre as coisas saem como planejado, mas eu nunca fiz algo com a intenção de provocar ou intimidar. Quando o carro saiu e virou na frente da viatura, alguns disseram que era uma afronta, outros viram como uma jogada de marketing. A verdade é que, no calor do momento, as ações podem ser mal interpretadas. Mas eu sigo com o plano: lançar meu álbum e continuar fazendo o que amo.”

Oruam comenta episódios que poderiam ser vistos como imprudentes, explicando que tais atitudes fazem parte de um processo artístico e de criação de conteúdo, ainda que sejam alvo de interpretações controversas. Ele deixa claro que suas ações não visam desrespeitar as autoridades, mas sim expressar sua realidade.


Voz da Favela e Expressão na Música:

“Eu canto a realidade. Cada verso carrega o peso das experiências vividas nas ruas.”

Oruam:
“Eu canto a realidade. Não existe apologia ao crime, eu apenas expresso o que vejo e o que vivi. Minha música é feita de batidas pesadas, de sintetizadores e letras que refletem as lutas da favela: o conflito social, a violência, as drogas, o sexo e até os devaneios da ostentação. Eu canto o que vejo de frente, sem esconder as dores e as esperanças. Cada verso, cada rima, carrega o peso das experiências vividas nas ruas. Se eu parar de cantar, eu me vendo. Não posso me calar, porque essa é a minha maneira de dar voz àqueles que não têm voz.”

Nesta resposta da entrevista com Oruam, o artista reafirma a função transformadora da música. Para ele, cantar é mais do que uma atividade artística – é um ato de resistência e um meio de dar visibilidade às realidades da comunidade que muitas vezes ficam à margem.


A Influência do Passado Familiar:

“Meu pai me ensinou o caminho certo, mas tudo que conquistei foi com a minha música.”

Oruam:
“Tudo que tenho, eu conquistei com a minha música. Eu não tinha nada antes. Se hoje eu consegui conquistar o Brasil e até o mundo, foi por meio do meu talento e da minha dedicação. O fato de ser filho do Marcinho é algo que carrego, mas não é o que define a minha trajetória. Meu pai, apesar de toda a polêmica, me ensinou o caminho certo: trabalhar, estudar, ser honesto e, acima de tudo, ser humilde. Não estou aqui para replicar os erros do passado, mas sim para construir uma história própria.”

Ao abordar a influência familiar, nessa entrevista com Oruam reconhece a marca deixada pelo passado, mas também deixa claro que seu sucesso é fruto do esforço pessoal e da escolha consciente pelo caminho da música, desvinculando-se dos estigmas associados à sua origem.


Lidar com Estereótipos e Julgamentos da Mídia:

“Sempre ouço logo: ‘filho de traficante’. Isso não me define.”

Oruam:
“Esses estereótipos me perseguem desde que comecei. Sempre que apareço, ouve-se logo: ‘filho de traficante’. Não é justo. Eu tento mostrar que, mesmo com esse rótulo, eu sou apenas um jovem com sonhos e desafios, que aprendeu a lidar com o preconceito e a seguir em frente. A mídia muitas vezes distorce a realidade, pegando detalhes e ampliando-os para criar narrativas que não me representam. E essa associação, infelizmente, é o fardo que carrego. Tenho certeza de que vem pelo fato de me associarem ao meu pai, mas isso é algo que, com o tempo, eu aprendi a superar.”

Nesta entrevista com Oruam relata como os rótulos impostos pela mídia e pela sociedade dificultam a construção de uma imagem autêntica, mas também demonstra resiliência, afirmando que esses preconceitos não o impedem de perseguir seus objetivos e manter sua identidade.


Atitudes Polêmicas e a Busca por Autenticidade:

“Quando apareço com uma arma ou em cenas polêmicas, é parte do meu processo artístico.”

Oruam:
“Quando eu apareço com uma arma ou sou filmado em situações que podem ser vistas como polêmicas, isso é parte do meu processo artístico. Eu não incentivo ninguém a cometer crimes, mas a imagem que mostro é reflexo de um contexto que muitos vivem diariamente. Lembro que, em uma gravação, eu estava apenas fazendo o que estava no meu planejamento – nada foi feito para ofender ou provocar. Algumas pessoas chegam a me chamar de ‘o Escobar’, mas eu sou apenas um garoto, um artista que se expressa do jeito que conhece. A minha intenção é sempre a mesma: cantar a realidade da favela, sem filtros, sem glamour exagerado.”

Aqui Nesta entrevista com Oruam, o artista explica que suas atitudes controversas são, na verdade, uma forma de arte. Ele enfatiza que a intenção não é glorificar comportamentos ilegais, mas sim retratar a complexa realidade de onde vem, mesmo que isso gere interpretações diversas por parte do público.


O Papel Transformador da Música na Vida:

“A música é o oxigênio que me mantém vivo. Sem ela, eu não seria nada.”

Oruam:
“Para mim, a música é muito mais do que um meio de ganhar dinheiro ou fama – é uma forma de resistência, de transformar a dor em arte e de dar voz àqueles que sofrem. Eu não vim aqui ser só mais um, eu vim para mostrar o que penso, para falar pelos favelados, para representar uma realidade que muitos ignoram. Se eu parar de fazer música, eu me vendo. É através da minha arte que eu consigo transformar as lutas em algo positivo, inspirando outras pessoas a buscarem um futuro melhor, mesmo diante das adversidades.”

Nesta parte da Nesta entrevista com Oruam, ele reforça a importância vital da música. Ele a descreve como uma ferramenta essencial que o ajuda a superar os desafios diários e a transformar as experiências negativas em arte que inspira e motiva outros.


Superando o Preconceito e a Pressão do Cotidiano:

“Desde cedo, ouvi que, por ser filho de traficante, as pessoas me julgariam sem me conhecer.”

Oruam:
“É difícil, mas aprendi a encarar cada obstáculo como um aprendizado. Desde cedo, já fui abordado de forma diferente por causa do meu sobrenome e da história do meu pai. Sempre ouvi que, por ser filho de traficante, as pessoas me julgariam sem me conhecer. Mas eu decidi transformar essa crítica em motivação. Minha mãe, que foi tanto mãe quanto pai para mim, sempre me deu o apoio necessário para não me deixar abater. Ela me ensinou que o que importa é a minha própria trajetória e não os rótulos que a sociedade tenta impor. Hoje, encaro o preconceito com firmeza e sigo em frente, consciente de que cada batalha vencida é um passo para mudar a forma como as pessoas enxergam a realidade das comunidades.”

Com essa fala nessa entrevista com Oruam, ele compartilha como o preconceito foi, desde o início, um desafio a ser superado. Ele destaca a importância do apoio familiar e da determinação pessoal para transformar críticas em combustível para a superação.


Reflexões Sobre Erros e Responsabilidades:

“Cada ‘besteira’ que eu fiz faz parte do meu crescimento, e eu aprendi com cada erro.”

Oruam:
“Não me arrependo de nada. Cada atitude, cada ‘besteira’ que eu cometi, faz parte do meu crescimento. Sei que, às vezes, posso parecer imprudente ou polêmico, mas aprendi com cada erro. Tenho consciência da responsabilidade que carrego para com os meus fãs e para com a comunidade que me apoia. É preciso tomar cuidado, sim, e por isso eu estou sempre refletindo sobre as minhas escolhas. Mas, no fim, cada passo que dei me trouxe até aqui – para ser o artista que eu sou hoje, sem arrependimentos.”

Nesta resposta, o artista assume suas falhas e ressalta que elas foram fundamentais para seu amadurecimento. Ele demonstra que a responsabilidade e a reflexão sobre suas ações são essenciais para evoluir e manter uma conexão honesta com seu público.


A Escolha Pela Música e o Caminho Trilhado:

“Sem a música, eu não teria como expressar o que sinto nem transformar a minha realidade.”

Oruam:
“A música é o oxigênio que me mantém vivo. Se eu não tivesse a música, não teria como expressar o que sinto, nem transformar a minha realidade. Eu poderia ter seguido outros caminhos, mas a música sempre foi a minha verdade. Ela me fez superar barreiras, enfrentar a violência e as dificuldades das ruas, e me ajudou a construir um império, mesmo que ainda pequeno diante do mundo. Cada canção é uma parte da minha história – a história de um garoto que, mesmo com todas as adversidades, encontrou na arte a força para lutar e vencer.”

Aqui, Oruam reforça sua escolha inabalável pela música. Para ele, a arte é a ferramenta que permitiu transcender as limitações impostas por sua realidade, servindo de meio para expressar suas dores e conquistas.


Mensagem de Esperança e Superação Para os Jovens:

“Não se deixe abater pelo que a sociedade diz ou pelos preconceitos que te cercam.”

Oruam:
“A mensagem é simples: não se deixe abater pelo que a sociedade diz ou pelos preconceitos que te cercam. Eu poderia ter sido mais uma estatística, um ladrão, uma vítima da violência. Mas escolhi a música. Escolhi transformar as minhas experiências, por mais duras que fossem, em algo que pudesse inspirar os outros. Quero que os jovens vejam que, mesmo quando tudo parece perdido, há sempre uma saída. Que a educação, o trabalho e a dedicação podem abrir portas, independentemente do ponto de partida. E, acima de tudo, que a verdadeira mudança começa quando a gente acredita em si mesmo.”

Oruam encerra com uma mensagem de incentivo, direcionada principalmente aos jovens e a toda a comunidade que enfrenta desafios diários. Ele reforça que a esperança e a superação são possíveis, desde que se acredite na própria capacidade de transformação.


Perspectivas Futuras e Sonhos Para a Comunidade:

“Eu sonho que as crianças tenham acesso a oportunidades melhores e que vejam a educação e a arte como caminhos para um futuro promissor.”

Oruam:
“Eu sempre penso em dois lados: o meu futuro e o futuro da comunidade. Para mim, o futuro está na continuidade da minha música e na evolução constante do meu trabalho. Já tenho planos para lançar meu álbum e continuar crescendo, sem esquecer das minhas origens. E para a comunidade, eu sonho que as crianças possam ter acesso a oportunidades melhores, que elas possam ver além do tráfico e da violência, enxergando a educação e a arte como caminhos para um futuro promissor. Eu quero que elas aprendam a conquistar o mundo, assim como eu conquistei o meu espaço, mesmo que as chances parecessem mínimas.”

Em sua visão para o futuro, Oruam demonstra que suas ambições não se restringem apenas ao sucesso pessoal, mas se estendem ao bem-estar e ao desenvolvimento da comunidade. Seu depoimento é um chamado à transformação social por meio da arte, da educação e da perseverança.

Veja a entrevista completa:


Considerações Finais

Esta entrevista com Oruam oferece um retrato sem filtros de uma realidade marcada por contrastes intensos. Em cada resposta, o artista expõe as contradições entre o luxo e as raízes, as polêmicas e a autenticidade, e os desafios pessoais e coletivos que moldaram sua trajetória.

About Author

LuanVerissimo

Diretor de conteúdo do Site AcessoGEEK e Redator no Terra (Geek), especializado em games, cinema, séries e tecnologia, admirador da astronomia e suas teorias místicas de viagens no tempo e espaço, aliens e planetas habitáveis. Sonho em conhecer a NASA.