Review – QIDI Plus 5 Combo

A impressora 3D de grande porte que une cores, secagem ativa e facilidade de uso para quem quer evoluir na impressão 3D sem dores de cabeça.

Entrar no mundo da impressão 3D costumava exigir uma escolha desconfortável logo no primeiro dia. De um lado ficavam as impressoras de entrada acessíveis, máquinas abertas cheias de cabos expostos que demandavam dias de montagem mecânica, calibrações manuais constantes e muita paciência para lidar com falhas frequentes. Do outro lado estavam os equipamentos fechados e profissionais, capazes de trabalhar com plásticos resistentes e peças volumosas, mas com preços astronômicos e programas complexos voltados quase exclusivamente a engenheiros de chão de fábrica.

Recentemente essa barreira começou a cair, e a corrida atual é por aparelhos que entreguem velocidade, facilidade de uso e recursos avançados logo ao sair da caixa. Nesse cenário competitivo, a fabricante chinesa QIDI Tech resolveu elevar o padrão da categoria intermediária com o lançamento da QIDI Plus 5 Combo. Trata-se de um pacote completo composto por uma impressora fechada de dimensões generosas e pelo QIDI Box, um módulo auxiliar inteligente que gerencia até quatro carretéis de filamento ao mesmo tempo. A grande promessa deste equipamento é permitir que tanto o curioso de primeira viagem quanto o hobbista com alguma experiência consigam tirar do papel peças coloridas, brinquedos detalhados e ferramentas mecânicas duráveis sem precisar virar especialista em eletrônica ou mecânica de precisão.

Ao longo de semanas de testes intensivos, colocamos a máquina à prova para descobrir se ela realmente entrega toda essa facilidade no dia a dia, como ela se comporta diante de peças desafiadoras e se o investimento adicional nesta versão com quatro cores compensa para quem está trilhando o caminho entre o nível iniciante e o intermediário.

O que vem na caixa

A embalagem é volumosa, pesada e conta com camadas espessas de espuma moldada para proteger todo o maquinário durante o frete. Dentro do pacote, você encontra tudo o que é necessário para ligar e começar a trabalhar sem compras adicionais de emergência:

  • A impressora 3D QIDI Plus 5 totalmente montada e com painéis fechados
  • O módulo inteligente de filamento QIDI Box para quatro carretéis
  • Base flexível de aço mola com revestimento texturizado de PEI
  • Cabo de energia padrão e cabos de dados para comunicação do QIDI Box
  • Tubos de teflon para o percurso do filamento até o cabeçote
  • Kit de ferramentas manuais com chaves Allen e outras ferramentas básicas para auxílio
  • Lâminas reservas para o cortador automático de filamento do cabeçote
  • Pendrive USB contendo o instalador do programa, manuais e arquivos de demonstração
  • Manual de início rápido com instruções passo a passo

Primeiras impressões e montagem: O fim definitivo do faça você mesmo obrigatório

Tirar a Plus 5 da caixa é uma experiência que impressiona pelo porte físico. O aparelho transmite uma sensação imediata de solidez estrutural, com chapas de metal espessas, porta frontal de vidro temperado e acabamento em plástico fosco de excelente encaixe, sem rebarbas aparentes. Não há aquela sensação de produto caseiro ou de protótipo que costumava assombrar as impressoras do passado.

O processo de instalação inicial foi pensado para não assustar quem nunca tocou em uma chave sextavada na vida. A estrutura principal vem completamente montada de fábrica. A sua única tarefa mecânica consiste em cortar algumas abraçadeiras plásticas que seguram as partes móveis, remover parafusos pintados com marcações chamativas que travam o leito durante o transporte e encaixar os tubinhos por onde o plástico vai deslizar. O QIDI Box é posicionado ao lado ou logo acima da impressora e se conecta por meio de um único cabo de dados e força somado a quatro tubos transparentes. Todo o processo de desembalar, conferir os itens e deixar o conjunto posicionado na bancada não leva mais do que vinte minutos, mesmo para quem lê as instruções com extrema cautela.

Ao ligar o botão traseiro, a tela sensível ao toque colorida ganha vida com um assistente de configuração em português muito similar ao que vemos quando ligamos um smartphone novo pela primeira vez. A impressora orienta o usuário a conectar a máquina à rede Wi-Fi doméstica, faz a checagem dos ventiladores e sensores internos e dá a partida na calibração geral. O famigerado nivelamento de mesa, que durante anos fez iniciantes desistirem do hobby por causa de bases tortas e bicos arranhando o vidro, aqui é totalmente invisível para o usuário. A máquina esquenta levemente, limpa a ponta do bico em uma pequena almofada de silicone na parte traseira e toca a base em dezenas de pontos. O sistema mede a pressão do toque com precisão cirúrgica e cria um mapa tridimensional de qualquer minúscula ondulação da chapa, compensando tudo via software durante a impressão. Para o usuário, a rotina se resume a olhar a barra de progresso avançar na tela e, ao final de dez minutos, ver a mensagem de que a máquina está calibrada e pronta para produzir.

O QIDI Box e a mágica do multicolorido: Onde a concorrência ficou para trás

O grande chamariz deste pacote é o sistema de impressão com múltiplas cores. Quem está começando logo se encanta com a ideia de criar objetos decorativos, placas personalizadas e miniaturas que já saem da máquina prontos, sem a necessidade de lixar, aplicar primer e pintar com pincéis. O QIDI Box resolve essa demanda com louvor, comportando quatro rolos de filamento que podem ser misturados livremente em um único projeto. Quando o arquivo manda trocar de cor, a impressora desacelera, puxa o filamento atual de volta para o carretel, corta a extremidade desgastada com uma guilhotina mecânica embutida no próprio carrinho de impressão, puxa o novo fio do QIDI Box e retoma o trabalho exatamente no ponto onde parou.

Contudo, a verdadeira obra-prima deste acessório não está na troca de cores, mas em um recurso que passa despercebido pelos leigos até a primeira dor de cabeça aparecer: a secagem térmica ativa do filamento. Todo plástico utilizado em impressão 3D é naturalmente hidrofílico, o que significa que ele puxa e retém a umidade presente no ar ambiente como se fosse uma esponja. Em países tropicais e cidades com umidade do ar elevada, deixar um carretel exposto na bancada por três ou quatro dias é o suficiente para arruiná-lo. Ao tentar imprimir com um plástico úmido, a água ferve instantaneamente dentro do bico quente a mais de duzentos graus, gerando pequenos estalos, bolhas na superfície da peça, fios finos parecidos com teias de aranha por toda a estrutura e, pior de tudo, uma fragilidade estrutural que faz o objeto se romper com facilidade na mão.

Enquanto quase todos os sistemas concorrentes nessa faixa de preço se limitam a vender caixas plásticas fechadas que dependem de saquinhos de sílica para tentar conter a umidade, o QIDI Box possui um aquecedor resistivo integrado com um ventilador de convecção que faz o ar quente circular por entre os quatro carretéis, atingindo até sessenta e cinco graus. Ele funciona como uma estufa desidratadora profissional. Você pode pegar aquele carretel que estava encostado na gaveta pegando umidade há semanas, colocá-lo no aparelho e ligar a função de secagem enquanto imprime outro trabalho. A máquina remove a água das fibras do plástico e o mantém nas condições ideais de uso o tempo todo. Essa função sozinha poupa o usuário de gastar centenas de reais em estufas avulsas e elimina dezenas de horas perdidas com peças com acabamento defeituoso.

Naturalmente, há um preço a se pagar no método de impressão multicolorida com um único bico que todo iniciante precisa compreender. Sempre que uma cor sai de cena para dar lugar a outra, a máquina precisa expelir um pequeno excesso de plástico para limpar a cor velha que ficou derretida dentro do cabeçote antes de começar a depositar a nova tonalidade. Isso gera pequenos pedacinhos retorcidos de descarte de filamento que caem por uma rampa na traseira da impressora. Além disso, se você optar por imprimir um objeto que troca de cor várias vezes a cada milímetro de altura, o tempo total de produção pode dobrar ou triplicar. Para peças com blocos de cor bem definidos, no entanto, a experiência é mágica e visualmente encantadora.

Volume de trabalho e capacidade térmica: Espaço para crescer sem limitações

Um dos maiores arrependimentos de quem compra uma impressora básica de entrada é o tamanho da área de trabalho. As máquinas mais baratas costumam oferecer leitos de cerca de vinte e dois centímetros em cada lado, o que rapidamente se torna um teto limitante quando o usuário deseja construir projetos mais ambiciosos. A QIDI Plus 5 entrega um leito monumental com trinta e dois centímetros de largura, trinta e dois centímetros de profundidade e trinta centímetros de altura útil.

Para colocar em perspectiva prática, essa área generosa transforma completamente as possibilidades criativas dentro de casa. Você pode imprimir um capacete de fantasia em escala real de uma só vez, sem precisar passar pelo processo tedioso de cortar o arquivo no computador, imprimir quatro pedaços separados, colar as junções com adesivo plástico e lixar as emendas por dias a fio. Em termos de utilidades domésticas, esse espaço comporta bandejas grandes de gaveta, caixas organizadoras completas, calçados personalizados e luminárias cilíndricas inteiras. Para quem pensa em comercializar peças ou produzir brindes, é possível dispor quinze ou vinte peças menores sobre a mesma chapa e deixar a máquina trabalhando durante a noite inteira, colhendo uma produção completa no dia seguinte.

Outro salto gigantesco em relação às impressoras convencionais está na câmara térmica ativamente aquecida. As máquinas fechadas mais baratas dependem unicamente do calor que escapa da mesa aquecida para tentar esquentar o ar interno, um método passivo que raramente consegue manter uma temperatura estável acima de quarenta graus em ambientes refrigerados por ar-condicionado. A Plus 5, por outro lado, vem equipada com uma resistência elétrica de alta potência e um ventilador dedicado no interior do gabinete, atuando exatamente como um forno convector inteligente capaz de sustentar sessenta e cinco graus constantes de temperatura interna do ar.

Isso é fundamental porque o mercado de impressão 3D vai muito além do plástico comum de decoração chamado PLA. Conforme você ganha confiança e deseja criar suportes funcionais para ferramentas pesadas, peças de reposição para eletrodomésticos, travas para bicicletas ou componentes para o cofre do motor de um carro, você precisará recorrer a materiais de engenharia como o ABS, o ASA, o Policarbonato ou o Nylon com reforço de fibra de carbono. Esses plásticos são famosos pela tendência de sofrer contração térmica violenta quando esfriam depressa demais, o que faz as extremidades da peça dobrarem para cima e se descolarem da mesa, ou faz a peça rachar entre as camadas como uma madeira seca. Com a câmara quente da Plus 5 mantendo o ambiente a sessenta e cinco graus, a contração térmica é praticamente anulada. As camadas se fundem com força estrutural semelhante à de peças plásticas injetadas de fábrica, abrindo um leque de projetos que a imensa maioria dos usuários iniciantes jamais sonhou em conseguir fazer dentro de casa.

A experiência com o software e a vida conectada

De nada adianta ter uma máquina excelente se o programa necessário para operá-la for um quebra-cabeça ininteligível. A QIDI adotou uma postura muito sensata ao desenvolver o seu fatiador oficial, o QIDI Studio. Em vez de inventar uma interface proprietária confusa do zero, a marca baseou o seu sistema no OrcaSlicer, que é amplamente reconhecido pela comunidade global como um dos softwares mais modernos, completos e intuitivos da atualidade.

O fluxo de trabalho no computador flui com extrema naturalidade. Você localiza um modelo tridimensional em qualquer repositório gratuito da internet, faz o download do arquivo e simplesmente arrasta o item para dentro da tela do programa. O modelo surge posicionado virtualmente sobre a réplica visual da mesa da impressora. A partir daí, o usuário iniciante pode simplesmente selecionar perfis prontos que vêm calibrados de fábrica para a Plus 5, optando por modos que priorizam velocidade rápida para protótipos ou acabamento extrafino para peças detalhadas. A pintura de modelos para o QIDI Box é feita com muita facilidade: você escolhe a cor desejada em uma paleta e clica nas regiões do objeto que quer colorir, com o programa detectando automaticamente as bordas e preenchendo as superfícies com precisão.

Esqueça a rotina chata de ter que salvar arquivos em cartões de memória minúsculos e caminhar de um lado para o outro na casa. A comunicação entre o computador e a impressora acontece via conexão Wi-Fi. Um clique no botão de fatiar e enviar no programa inicia o pré-aquecimento da máquina de forma autônoma.

Além disso, a impressora conta com uma câmera de alta resolução instalada na parte superior do gabinete com iluminação em fita de LED interna. Pelo programa no computador ou pelo aplicativo oficial instalado no celular, você pode acompanhar a transmissão de vídeo em tempo real para ver a peça subindo camada por camada enquanto está no trabalho ou no sofá da sala. Essa câmera incorpora rotinas de inteligência artificial voltadas à segurança patrimonial e economia de material. Se por qualquer motivo uma peça grande descolar da base e a extrusora começar a despejar plástico no ar vazio, criando o temido ninho de espaguete, o algoritmo identifica a anomalia visual em poucos segundos, interrompe o aquecimento dos motores e emite um alerta no seu celular para que você intervenha, impedindo o desperdício de material e protegendo o cabeçote contra entupimentos graves.

Desempenho real: Velocidade de trabalho e qualidade estética

Quando o assunto é rapidez de execução, a Plus 5 opera em um patamar que deixa impressoras de gerações anteriores parecendo itens de museu. Graças ao sistema mecânico com trilhos metálicos lineares e motores de resposta rápida, o cabeçote atinge velocidades de deslocamento de até seiscentos milímetros por segundo com acelerações impressionantes de vinte mil milímetros por segundo ao quadrado.

Traduzindo esses números para a rotina diária: aquele famoso barquinho de testes que a comunidade usa como parâmetro de referência, que levava quase duas horas para ficar pronto em impressoras mais antigas, é concluído na Plus 5 em cerca de quatorze minutos com excelente definição de detalhes. Peças utilitárias de tamanho médio que antes ocupavam um dia inteiro de trabalho agora ficam prontas em quatro ou cinco horas.

Mais importante do que a velocidade bruta é a precisão do acabamento. A máquina possui um sensor eletrônico de ressonância no cabeçote que faz a chamada calibração de compensação de vibração. Em termos práticos, quando a impressora faz curvas fechadas em altíssima velocidade, os motores vibram, mas o sistema prevê essa oscilação e aplica um movimento oposto minúsculo para neutralizar a onda de choque. O resultado são peças com paredes laterais lisas, cantos vivos sem arredondamentos indesejados e ausência quase total daquelas marcas onduladas que costumam aparecer perto de furos e escritas em alto-relevo. A textura deixada pela chapa flexível texturizada confere à parte inferior das impressões um aspecto fosco muito profissional, e as peças se descolam sozinhas assim que a base esfria, bastando dobrar levemente a chapa metálica nas mãos para que o objeto se solte com facilidade.

O outro lado da moeda: O que precisa ser planejado com atenção

Nenhum equipamento é perfeito para todos os cenários, e um review sério e honesto precisa colocar luz sobre os pontos de atrito que podem frustrar um comprador desprevenido. A QIDI Plus 5 Combo é uma máquina impressionante, mas suas características exigem planejamento prévio do usuário em quatro pontos essenciais.

O primeiro ponto crítico é o seu tamanho físico e peso total. Estamos falando de um equipamento que mede mais de meio metro em cada uma de suas dimensões externas e pesa bem mais de vinte quilos, sem contar o espaço adicional que você precisa reservar ao lado ou acima dela para acomodar o módulo do QIDI Box. Ela não cabe em nichos de estantes comuns e vai sobrecarregar escrivaninhas leves de escritório. O comprador precisa dispor de uma bancada pesada, firme e espaçosa em casa. Se você instalá-la em uma mesa frágil de pernas finas, as fortes acelerações do cabeçote farão a mesa inteira chacoalhar vigorosamente, o que pode transferir pequenas imperfeições para as impressões e gerar ruídos incômodos no piso.

O segundo fator é o ruído de operação. Para conseguir imprimir com tanta velocidade sem que o plástico derreta antes da hora, a impressora conta com um conjunto de ventoinhas de grande capacidade para soprar ar frio sobre a peça recém-depositada, além dos ventiladores da câmara quente e do fluxo de ar do QIDI Box. Quando a máquina está trabalhando em capacidade máxima, o barulho do vento gerado pelas ventoinhas somado aos zumbidos rápidos dos motores é constante e bem perceptível. Ela definitivamente não foi feita para ficar dentro de um quarto onde alguém pretende dormir ou estudar em silêncio absoluto. Seu lugar ideal é em um escritório dedicado, numa área de serviço arejada, numa garagem ou em uma oficina de hobbista.

O terceiro aspecto é o consumo elétrico quando operando com materiais pesados. Ao imprimir com o plástico comum PLA em temperatura ambiente, o gasto de eletricidade é modesto e equivalente ao de um computador convencional. Porém, quando você aciona a mesa a mais de cem graus, ativa o aquecedor da câmara a sessenta e cinco graus e coloca o secador do QIDI Box para funcionar ao mesmo tempo, a potência elétrica somada ultrapassa facilmente a marca de mil watts durante a fase inicial de aquecimento. Isso se reflete na conta de luz no final do mês se a máquina for utilizada comercialmente sem pausas e exige que ela seja ligada em uma tomada em boas condições elétricas, evitando o uso de benjamins, adaptadores frouxos ou extensões finas de má qualidade.

Por fim, há uma peculiaridade com o filamento PLA que todo iniciante precisa aprender logo nos primeiros dias. Por ser uma máquina extremamente bem isolada e fechada para reter calor, utilizá-la totalmente lacrada com plásticos que derretem em temperaturas baixas pode ser contraproducente. Em dias quentes de verão, o próprio calor da mesa e dos motores pode acumular dentro da câmara fechada até amolecer o filamento PLA antes de ele entrar no bico quente, causando entupimentos no tracionador de engrenagens. Para contornar isso com facilidade, a recomendação prática ao imprimir esse material mais sensível é simplesmente retirar a tampa de vidro superior ou deixar a porta frontal entreaberta, reservando o fechamento hermético do gabinete para os materiais técnicos que realmente necessitam de calor retido.

Veredito final: A compra ideal para quem não quer ficar no básico

A QIDI Plus 5 Combo representa um dos momentos mais interessantes da evolução da impressão 3D para o consumidor final. Ela consegue a proeza de eliminar as complexidades desnecessárias que historicamente afastavam as pessoas comuns da tecnologia, oferecendo nivelamento automático confiável, interface limpa, controle pelo celular e impressões coloridas encantadoras com comandos simples na tela do computador.

Ao mesmo tempo, ela não comete o erro de tratar o usuário como alguém que só se interessa por brinquedos descartáveis. Ao incluir uma estrutura pesada com trilhos lineares, um volume interno muito generoso, capacidade térmica de verdade com câmara ativamente aquecida e um módulo de alimentação que desidrata os plásticos em tempo real, a QIDI entrega uma ferramenta potente que acompanha o crescimento do seu usuário. Você adquire a máquina hoje para aprender a imprimir bonecos coloridos para os seus filhos ou amigos e, conforme adquire prática e interesse por projetos mais desafiadores, descobre que já tem em mãos um equipamento plenamente capaz de fabricar peças mecânicas de alta resistência e nível quase industrial.

A QIDI Plus 5 Combo é, com sobras, uma das melhores e mais completas compras de toda a categoria atual de impressão 3D.