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27 de Abril de 2026
Games

Review – Overwatch Temporada 1 – O Reinado de Talon!

A nova temporada de Overwatch chegou! Confira o que achamos da nova temporada, novo passe e novidades do game!

  • fevereiro 13, 2026
  • 11 min read
Review – Overwatch Temporada 1 – O Reinado de Talon!

A estreia da 1ª Temporada de Overwatch em 2026 é claramente um recado da Blizzard: o “novo Overwatch” quer ser grande, barulhento e, principalmente, recheado de conteúdo. Em vez de uma abertura tímida, a temporada chega com cinco heróis inéditos de uma vez (Emre, Domina, Jetpack Cat, Anran e Mizuki), um passe de batalha focado em identidade visual de facções, um visual de arma mítico dedicado à Juno, um pacote inicial pensado para quem quer começar a temporada com estilo e o Pacotaço Loverwatch, que abraça de vez o clima de Valentine’s dentro do jogo. O que mais chama atenção é como tudo se organiza em torno de um eixo bem claro: de um lado, a “Nova Era” ligada à Overwatch; do outro, o “Novo Império” alinhado à Talon. Esse conflito não fica só na lore; ele aparece diretamente nas skins principais do passe, nos bundles e até na forma como a temporada se vende visualmente. 

O passe de batalha mantém a estrutura que os jogadores já conhecem: trilha gratuita, versão premium e o Ultimate Battle Pass Bundle, que já vem com saltos de escalão, moedas extras e dois visuais lendários exclusivos. A diferença é que, dessa vez, o passe passa uma sensação menos “genérica” e mais narrativa. Em vez de um tema solto qualquer, tudo gira em torno da ideia de um mundo dividido entre uma Overwatch reorganizada e uma Talon mais ousada e assumidamente imperialista.

Nova temporada- Novo passe – Novas skins!

As skins que carregam essa narrativa no passe são, principalmente, as de Emre, Sojourn, Tracer, Moira e Mauga. Emre – Novo Império é a cara do soldado da Talon na linha de frente: pesado, blindado, com design que grita “força de ocupação”. A armadura transmite mais do que só “vilão genérico”; dá para sentir a intenção de colocá‑lo como um pilar visual da facção, ainda mais por ser um dos rostos novos dessa leva de heróis. Do lado oposto, Sojourn – Nova Era vem no pacote supremo como quase um pôster ambulante da Overwatch renovada: linhas limpas, uniforme com cara de comando, paleta clara e tecnológica. Visualmente, ela é tudo o que Emre não é: ordem, disciplina, precisão fria. Juntos, os dois funcionam como um “versus” visual dentro do próprio passe, e isso é um acerto enorme em termos de identidade, ainda que eu preferisse muito mais que o ‘contraponto principal’ de Emre fosse o Soldado 76, mas ok.

Tracer – Nova Era reforça esse lado Overwatch, mas de forma mais leve e dinâmica. A skin dá a ela um visual de piloto/agente de operações especiais, com equipamento mais tático, mas ainda fiel à personalidade energética da personagem. Diferente de Sojourn, que transmite autoridade, Tracer parece a ponta de lança das operações: rápida, versátil, pronta para entrar e sair de conflitos antes que o inimigo perceba o que aconteceu. Ela trabalha muito bem como “cartão de visita” da Nova Era para o jogador casual, já que é um dos rostos mais icônicos do elenco.

Na outra ponta, Moira – Novo Império praticamente cristaliza aquilo que o lore sempre insinuou: ela é o cérebro científico por trás de muitos dos horrores da Talon. O visual dela nessa skin mistura elementos nobres, quase aristocráticos, com detalhes de laboratório e biotecnologia. É o tipo de visual que passa a ideia de alguém que acha que está acima da moral, experimentando no mundo como se fosse um laboratório gigante. Em partida, a sensação é de enfrentar uma figura que não é só vilã — é alguém que molda o Império por baixo dos panos, mexendo nas linhas de pesquisa que dão vantagem ao regime.

Fechando esse conjunto de destaque, Mauga – Novo Império surge como a materialização do “tanque de choque” da Talon. A skin reforça o corpo já imenso do personagem com armadura e emblemas do Império, transmitindo claramente que ele é usado para abrir caminho à força, intimidar e esmagar resistência. É uma daquelas skins que combinam perfeitamente com o gameplay: quando você vê um Mauga Novo Império avançando com as metralhadoras girando, o visual e a mecânica falam exatamente a mesma língua.

Esse grupo de skins faz o passe de batalha ganhar um peso que muitas temporadas passadas não tiveram. Ao olhar para elas em conjunto, você não vê apenas “cinco visuais bonitos”; vê um recorte do conflito central da temporada, com rostos dos dois lados, cada um representando um papel dentro da narrativa.

Nova era – Novo jogo!

A repaginada da 1ª Temporada de 2026 não fica só nas skins e heróis: o próprio jogo “se veste” de novo. Logo ao entrar, dá para sentir o impacto do novo menu em 3D, com o herói selecionado ocupando a tela e uma navegação muito mais direta, menos cara de menu antigo empilhado ao longo dos anos. A Blizzard mexeu em praticamente tudo de interface — lobby, cartões de jogador, galeria de heróis, painel social, até o próprio fluxo para achar modos e ver eventos — e concentrou notificações importantes em um hub único, o que ajuda bastante quem sempre se perdia em pop‑ups e abas espalhadas. Essa nova cara combina bem com o outro grande pilar da temporada: o meta‑evento Conquista. Em vez de ser só mais um modo temporário, Conquista funciona como uma “campanha paralela” de cinco semanas em que você escolhe lutar por Overwatch ou Talon, cumpre missões ligadas à história e vê sua facção disputar recompensas semana a semana. O detalhe interessante é que você pode trocar de lado depois de fechar o passe daquela facção, ou até se posicionar como “agente duplo” e completar o conteúdo dos dois lados, o que transforma o evento em um planejamento de médio prazo e não apenas num fim de semana de grind desenfreado. No conjunto, a combinação de interface nova, foco em narrativa contínua e Conquista como camada de meta‑evento dá uma sensação de “plataforma renovada”, não só de mais uma season jogada por cima do que já existia. 

Nova skin de arma mítica – Juno!

Paralelo ao passe, a temporada também aposta forte em cosméticos de alto nível com o visual de arma mítico da Juno. A ideia aqui é outra: em vez de ser “mais uma recompensa no meio do passe”, a arma mítica da Juno ganha um pacote próprio, vendido separadamente, pensado para quem quer ir direto ao ponto na personalização. Essa oferta traz a arma mítica base da Juno, todas as melhorias de nível já desbloqueadas e, de quebra, 20 saltos de escalão do Passe de Batalha, como de costume. Mas claro, fica a opção para o jogador fazer como sempre; Comprar a arma mítica da Juno, ou optar pela skin mítica da temporada. Mas o pacote total, caso você queira comprar você vai direto ao ponto! Em termos práticos, significa que você não precisa juntar Prismas Míticos aos poucos para ativar cada estágio: compra o pacote, equipa o visual e já tem acesso à arma em sua forma completa, com todos os detalhes, efeitos e alterações liberados.

Por falar em skin mítica, Mercy foi a primeira personagem a ganhar sua segunda skin mítica, e ela tá REALMENTE incrível!

O pacote inicial apresenta um visual épico (literalmente) do novo suporte queridinho; Jetpack Cat

No campo da acessibilidade para quem está chegando ou voltando ao jogo, entra o pacote inicial com Jetpack Cat. Entre os novos heróis apresentados na temporada — Emre, Domina, Jetpack Cat, Anran e Mizuki — o gato de mochila a jato obviamente é o que mais chama atenção. A Blizzard sabe disso e monta um “combo de boas‑vindas” em torno dele: uma skin exclusiva para o herói, 1.000 créditos e um posicionamento bem claro de marketing. Na prática, esse pacote funciona como um atalho para quem quer entrar na temporada já com um visual diferenciado em um dos personagens mais carismáticos do elenco, ao mesmo tempo em que garante moeda suficiente para engatar no passe de batalha ou em outras compras cosméticas. É o típico pacote que grita “começa por aqui”: você pega um herói novo, um visual marcante e ainda sai com recursos extras para o resto da season.

O amor está no ar com o pacotaço Loverwatch

Fechando o lado mais voltado a cosméticos premium, o Pacotaço Loverwatch aparece como um contraponto bem-humorado ao clima de guerra entre Nova Era e Novo Império. Enquanto o passe trabalha com estética militar, tecnologia e facções, o Loverwatch abraça sem vergonha o clima de romance, corações e fantasia quase de dating sim. É o tipo de pacote que conversa mais com quem curtiu os eventos de Dia dos Namorados e gosta de ver Overwatch flertando com uma estética mais leve, às vezes até brega de propósito. Em termos de consistência temática, pode parecer deslocado se você olhar só para a narrativa da temporada, mas como produto comercial ele cumpre bem a função de oferecer algo visualmente oposto ao resto: menos armadura, mais drama romântico, mais cores quentes no meio de um jogo dominado por azuis e vermelhos militares.

O que esperar da nova temporada?

No balanço geral, essa 1ª Temporada de 2026 consegue algo que muitas seasons anteriores prometeram, mas não entregaram com tanta clareza: um passe de batalha que realmente parece parte de uma história maior. As skins de Emre, Sojourn, Tracer, Moira e Mauga não são apenas “visuais legais”; elas desenham na tela o conflito entre Overwatch e Talon, reforçam o papel de cada herói nessa disputa e dão um senso de unidade ao que você desbloqueia. A oferta de visual de arma mítico da Juno conversa diretamente com o público que quer levar a personalização ao extremo para um herói específico, enquanto o pacote inicial de Jetpack Cat cumpre muito bem o papel de porta de entrada estilosa para a temporada. Já o Pacotaço Loverwatch, embora não combine tanto com o tom militar da season, funciona como válvula de escape temática e reforça a ideia de que Overwatch, no fim das contas, também vive de exagero visual e de abraçar nichos diferentes dentro da mesma atualização.

Apesar de toda a variedade de pacotes e ofertas paralelas, o que define de verdade essa 1ª Temporada de 2026 é a sensação de unidade. O passe de batalha não parece um conjunto de skins jogadas ao acaso: as roupas de Emre, Sojourn, Tracer, Moira e Mauga contam visualmente a história de um mundo dividido entre a Nova Era e o Novo Império, com cada herói ocupando um papel claro nesse tabuleiro. A arma mítica da Juno reforça esse foco em personalização de alto nível, direcionada a quem escolhe um herói favorito e quer levar a aparência dele ao extremo, enquanto o pacote de início com Jetpack Cat mostra que a Blizzard também está preocupada em dar uma “porta de entrada estilosa” para quem chega agora ou está voltando ao jogo.

O Loverwatch, por sua vez, assume com gosto o papel de pacote “fora da curva”: não dialoga diretamente com a estética militar da season, mas oferece um respiro bem‑humorado e romântico para quem prefere o Overwatch mais memético e teatral. Quando você olha para tudo junto – passe, arma mítica, novo herói carismático em bundle próprio e um mega pacote temático de romance – fica claro que a temporada aposta pesado na variedade, tanto de tom quanto de público.

O ponto sensível continua sendo o volume de coisas pagas acontecendo ao mesmo tempo. Entre passe premium, versão suprema, arma mítica separada e bundles temáticos, é muito fácil sentir a carteira pressionada, principalmente se você é do tipo que gosta de “ter tudo”. Ainda assim, isolando a parte de monetização e olhando só para o conteúdo, a 1ª Temporada de Overwatch em 2026 é uma das mais coerentes e bem estruturadas que o jogo já recebeu. Quem curte seguir narrativa de temporada, colecionar skins com identidade forte e experimentar heróis novos tem aqui um pacote que realmente parece inaugurar uma fase nova para o jogo – com todos os exageros, acertos e riscos que isso traz.

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Rodrigo Medina