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5 de Fevereiro de 2026
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CRÍTICA | Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar

Seis anos após o sucesso de Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra, chega aos cinemas Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar (Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales, 2017), uma tentativa de reaproximação com o material original e de decolar novamente a franquia, que embora acerte em alguns pontos, esbarra […]

  • maio 29, 2017
  • 4 min read
CRÍTICA | Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar

Seis anos após o sucesso de Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra, chega aos cinemas Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar (Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales, 2017), uma tentativa de reaproximação com o material original e de decolar novamente a franquia, que embora acerte em alguns pontos, esbarra nos mesmos problemas dos episódios anteriores. A verdade é que esse novo episódio é exatamente o que você já viu antes na série, para o bem e para o mal.

O capitão Salazar (Javier Bardem) é a nova pedra no sapato do Capitão Jack Sparrow (Johnny Depp). Ele lidera um exército de piratas fantasmas assassinos e está disposto a matar todos os piratas existentes na face da terra. Para escapar, Sparrow precisa encontrar o tridente de Poseidon, que dá ao seu dono o poder de controlar o mar.

Como sempre, devemos destacar a intensa e original interpretação de Johnny Depp como Jack Sparrow que é – e sempre será – um dos personagens mais marcantes da fabrica de personagens marcantes que é o Johnny Depp. Em Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar, por sua vez, sua veia de comédia é extremamente saltante e uma das coisas mais legais do filme é realmente esse estilo de ação misturado com cenas leves de um humor espontâneo que nos faz ser ainda mais fã deste personagem de Depp, e é engraçado assistir esse filme e ver o ator interpretar o personagem principal e mesmo assim não ter uma função principal na trama, e mesmo sendo um personagem super desgastado pelos anos, Depp faz exatamente as mesmas coisas que fazia há quatorze anos atrás e nos cativa como se fosse a primeira vez.


É irônico também notar como a história exalta o papel da mulher, tão relevante na igualdade de gêneros dos dias de hoje, já que a personagem Carina é a única que consegue ler o mapa que leva ao Tridente, mesmo com toda a imagem de Depp abalada pelo recente caso de agressão à mulher. Deixando isso de lado, apesar de Brenton e Kaya serem atores competentes e bonitos, seus personagens jamais chegam à altura do que Orlando Bloom e Keira Knightley significaram anos atrás, e não é a toa que a trama tenta trazê-los de volta caso o casal principal não vingue. Sparrow nunca funcionou sozinho, e isso talvez explique porque os filmes anteriores, que focam nele como figura central, acabam sendo tão frágeis estruturalmente.

Já Javier Bardem, pra variar, faz um papel brilhante ao encarnar um Salazar perigoso e extremamente bem feito; não só ele como todo o trabalho de composição do vilão e sua trupe. O barco é muito bom e a maneira como parece abrir a boca como um tubarão nas batalhas é fantástico, assim como os corpos despedaçados e vazios de uma tripulação que não apenas viu a morte de perto como se tornou sua própria personificação. Esse espetáculo gráfico já era esperado, uma vez que era o principal atrativo dos filmes de 2006 e de 2007. O grande problema é que eles são usados mais uma vez como narrativa e não como ferramentas para auxiliar uma história, deixando novamente o filme visualmente ‘verborrágico’, pesado, gastando preciosos minutos entediando o público tentando impressioná-lo ao invés de investir no que faz de melhor, diverti-lo.

A participação especial de Paul McCartney, apesar de gratuita, é divertida e bem vinda. Quando poderemos ver um Beatle bem humorado e como pirata? Se há algo de inesperado, é quando o filme arrisca uma poesia ao colocar Sparrow sentindo saudade do passado ao colocar o seu barco em miniatura contra o horizonte, como se ele estivesse navegando naquele gigantesco mar. O momento funciona.

É claro que a Disney fará a roda da fortuna que é a franquia girar outras vezes, só que esperamos que ela crie histórias à altura dos artefatos que quer reinventar, com personagens que funcionem e uma ação mais divertida e enxuta. Das cinco tentativas, apenas a primeira acertou o alvo, e talvez porque era novidade no mercado. É um filme leve, ao mesmo tempo intenso, diverte e tem sim uma história legal, apesar de alguns pesares, é um filme que a gente indica e que assistiria novamente por sua perfeita ambientação e fotografia perfeita.

Esta crítica foi um oferecimento Primepass.
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About Author

LuanVerissimo

Diretor de conteúdo do Site AcessoGEEK e Redator no Terra (Geek), especializado em games, cinema, séries e tecnologia, admirador da astronomia e suas teorias místicas de viagens no tempo e espaço, aliens e planetas habitáveis. Sonho em conhecer a NASA.